Mostrando postagens com marcador mitologia nordica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mitologia nordica. Mostrar todas as postagens

Resenha de Tinta: O Martelo de Thor

O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Esta é a resenha do volume 2 de uma série. A sinopse deste livro conta quase-tudo sobre o 1º livro, na resenha não há nenhum outro spoiler além destes da sinopse. Se quiser manter as surpresas do livro anterior tome cuidado com dragões, dragrs e gigantes de gelo. Fora isso, leia sem moderação.

Série: Magnus Chase e os Deuses de Asgard #2
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Tradutor: Regiane Winarski
ISBN: 9788551000700
Páginas: 400
Ano: 2016
Nota: 5/5

 Sinopse: Em A Espada do Verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina.
Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin — tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking.
Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.

Resenha de Tinta: A Espada do Verão

Série: Magnus Chase e os Deuses de Asgard #1
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Tradutor: Regiane Winarski
ISBN: 9788580577952
Páginas: 448
Ano: 2015
Nota: 5/5

 Sinopse: Às vezes é necessário morrer para começar uma nova vida...
A vida de Magnus Chase nunca foi fácil. Desde a morte da mãe em um acidente misterioso, ele tem vivido nas ruas de Boston, lutando para sobreviver e ficar fora das vistas de policiais e assistentes sociais. Até que um dia ele reencontra tio Randolph - um homem que ele mal conhece e de quem a mãe o mandara manter distância. Randolph é perigoso, mas revela um segredo improvável: Magnus é filho de um deus nórdico.
As lendas vikings são reais. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo Magnus deve ir em uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. A espada do verão é o primeiro livro de Magnus Chase e os deuses de Asgard, a nova trilogia de Rick Riordan, agora sobre mitologia nórdica.

[Resenha de Tinta] Lua das Fadas


Autor: Eddie Van Feu
Ilustrações: Carolina Mylius
Número de Páginas:270
Editora: Escala
ISBN: 7897763454484
Ano: 2011
Nota: 10/10
Sinopse: Depois que a melhor amiga Analice desaparece misteriosamente, Bianca recebe estranhas pistas de que ela possa estar no Mundo das Fadas. Buscando ajuda do anjo encarregado do reino dos elementais do Ar, Rafael, Bianca acaba conseguindo como guia o anjo Zacariel, que não parece muito confortável nesta missão. Antes de tudo eles precisam conseguir o Elixir de Tir Nan Og com a Rainha Paralda, sem o qual Bianca virará pó quando (e se) voltar para seu próprio mundo. Em seu caminho, eles encontram fadas, ninfas, sereias, sátiros, elfos e cidades de humanos desaparecidos, sempre tentando evitar a temida Corte Unseelil, o terror do Reino das Fadas.Mesmo discutindo quase o tempo todo, Bianca e Zacariel precisam unir suas forças para sobreviver e encontrar Analice, enquanto tentam compreender seus próprios sentimentos e descobrir quem afinal está guiando quem e para onde. 

Resenha:

'Porque uma boa ação merece ser recompensada'
   Apaixonei *.* 
   Pegue fadas e seres mitológicos. Agora junte anjos. Uma autora que narra maravilhosamente bem. Um cenário de tirar o fôlego. Um enredo clássico. Misture tudo. Pronto, você tem meu novo livro favorito! E também minha nova autora favorita. 
     Lembra a listinha Tietagem Litarária? Ela cresceu! Eddie, te amo viu?! Você vai para minha estante junto com o André Vianco e os outros autores da lista! 
     Lembram de O Rei do Ferro? Então, é MELHOR! Muito melhor! Como começar a resenha? 
Posso imprimir e colocar em um quadro?
       Esse é um Livro Viajante que escolhi ler porque conheço a ilustradora Carolina Mylius (não pessoalmente! Ela mora em outro Estado) e sei que ela tem muito talento. Vocês conhecem minha queda por ilustrações e capas bonitas. Fora que a sinopse falava em Fadas. Da autora mesmo, nem procurei saber rsrs. Eis que o livro chega em minhas mãos. Depois de Lulital, não estava com grandes expectativas por ele. 
        Pausa para falar das ilustrações que eu devorei antes de começar o livro. São lindas! De um detalhismo maravilhoso. Cada vez que um dos personagens retratados aparecia, eu ia correndo olhar de novo para os desenhos. Fidelidade total! Carol, eu sabia que você tinha talento, mas com o livro em mãos percebi que eu não tinha noção do quanto!
        Voltando ao livro. Sabe tudo que reclamei na resenha de Lulital? Não tem NADA disso aqui. O livro é perfeito. Eu juro. Ele é perfeito! Depois que acaba a história, a Eddie colocou 'umas palavrinhas' para contar sobre os bastidores. Segundo ela, o livro foi escrito meio que sob encomenda e  por inspiração via insônia. No começo, quando ficou pronto era algo meio insoso porque faltavam páginas. É por isso que eu digo: Experiência faz toda a diferença! Ela procurou sobre lendas, inclusive uma baiana, e incorporou à história. O livro é dinamico, flui maravilhosamente. Os capítulos são bem construídos e o cenário... oh meu Deus! O que é aquele castelo da Rainnha Paralda?!
          Os personagens são cativantes. Adorei a Bianca porque ela é real. Uma adolescente mesmo. Com atitudes de adolescente e cérebro na cabeça. Ou seja, tem hora que ela faz besteira e tem hora que ela acerta. E o anjo Zacariel? *.* Ele é tão fofinho, tão meigo e tão teimoso! As discussões deles era o melhor. Caí na gargalhada incontáveis vezes. 
         Fiquei com uma baita ressaca literária depois desse livro. Não queria que  acabasse. Para minha felicidade, a Eddie ouviu minhas preces e pôs uma historinha depois do fim. Uma história sobre o anjo Zac. Claro que eu me derreti não é? Terminei o livro em prantos de felicidade e emoção. Agora vou atrás de outros livros dela para ler *.*
             Essa foi uma leitura para o DL da Sombra do Vento mês de Março.

Esse livro foi cortesia do Grupo Livro Viajante, do Skoob 

[Resenha de Tinta] Runas



Título Original: Runemarks
Autor: Joanne Harris
Tradução: Rafael Mantovani
Número de Páginas: 477
Editora: Rocco Jovens Leitores
ISBN: 9788579800146

Ano: 2008
Nota: 8/10

Sinopse: Maddy Smith, órfã de mãe e irmã da garota mais popular da pacata aldeia de Malbry, a rebelde Maddy é considerada a "ovelha negra" da família. Num lugar onde não é permitido sonhar ou contar histórias, Maddy é uma garota cheia de imaginação que possui um estranho sinal cor de ferrugem na palma da mão. [..] Mas para viver de verdade o seu raro dom e lapidá-lo, Maddy precisa aprender com o misterioso viajante Um Olho o poder das Runas da Antiga Escrita, símbolos sagrados ancestrais repletos de significados e capazes de proezas inimagináveis. Uma deliciosa viagem pelo universo das antigas lendas nórdicas, com seus deuses, goblins, guerreiros e outras criaturas mágicas.

Resenha:
 
Enrolei muito lendo esse livro e mais ainda para escrever a resenha. O motivo? Estava tentando entender como um livro bem escrito sobre mitologia nórdica não me cativou, nem fez sonhar. O livro não é e excessivamente descritivo, os personagens são bons e bem trabalhados, o enredo... não sei se o problema está aí exatamente. Maddy está tentando aprender a usar seus poderes quando descobre que alguns antigos deuses estão vivos e uma profecia é lançada. Para evitar um novo Ragnarók, só que dessa vez mais forte, ela precisa tomar decisões. Tem alguma coisa entre o enredo, a forma de contar a história e a construção dos personagens que me fazia bufar.
Conseguem imaginar uma história de aventura onde acontecem muitas coisas, mas mesmo assim ela é parada? É estranho falar isso, porque parece que estou falando ‘subir para baixo’. O livro tem TUDO para ser ótimo e é bom, mas ainda assim não é tão bom. Não que eu esteja dizendo para não ler, mas há outros melhores.
Comparações: Asas é lento, Runas é estranho e A filha do Ferro é normal. Entenderam a escala? 
Ainda no enredo, as comparações com a história cristã foram tantas que em dado ponto eu parei para refletir: "Mitologia Nórdica ou Mitologia Cristã?" 
Um dos personagens que salvou o livro foi Loki. Eis uma das frases dele:
‘Não matei – retrucou Loki, zangado. – Bem, ninguém nunca provou que eu matei. Sou inocente até provarem o contrário. Além disso, ele supostamente era invulnerável. Foi culpa minha ele não ser?’
Bem é isso, leiam e tirem suas próprias conclusões porque eu ainda estou confusa com o que sinto por ele. 

Esse livro foi cortesia do Grupo Livro Viajante, do Skoob