Vamos ver o que a Seguinte preparou para os leitores? As Meninas de Tinta são compradoras compulsivas e assumidas. Eu estou já preparando psicologicamente meu namorado para me presentear com os dois últimos da Kiera Cass. Falando nela, vamos começar o post por essa série que arrebatou nossos corações?
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[Resenha de Tinta] A Sereia
Autora: Kiera Cass
Edição: 1
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765930
Ano: 2016
Páginas: 328
Nota:03/05
Sinopse: Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.
Olá Pessoal,
Acho que não é segredo para ninguém que eu sou fã de um bom ya. Não tanto de fantasia, mas se tem romance, eu leio com todo prazer. Também não é segredo que, de todas as séries de sucesso nesse estilo, uma das minhas favoritas é A Seleção. Aliás, minha e de quase todas as Meninas de Tinta.
Então foi com muita ansiedade que esperei o lançamento de A Sereia. Assim que pude (aka o bolso permitiu) eu comprei o livro e agora conto a vocês, o que achei.
# Resenha:
80 anos atrás, Kahlen sobreviveu a um estranho naufrágio. Ela viajava com a família, e o navio que estava entrou em uma tormenta. Mas não foi isso que fez com que as pessoas morressem, foi um canto. Uma música irresistível que fez com que os passageiros ficassem encantados e se jogassem ao mar. Toda a família de Kahlen como ela própriatambém não resistiu, atiraram-se nas águas revoltas.
Só que a menina percebeu o que estava fazendo e pediu para viver. Implorou por sua vida e a Água acatou o pedido. Por ter sobrevivido, Kathen se tornou uma sereia. E Durante 100 anos deverá conduzir humanos ao afogamento para que a Água sobreviva.
Já começo dizendo que esqueça tudo o que você conhece sobre Sereias. As sereias de Kiera, não tem nada a ver com Ariel ou Madison a personagem de Splash, Uma Sereia em Minha Vida.Na verdade, as Sereias de Kiera Cass, tem exatamente o que essas sereias gostariam de ter: pernas.
Isso mesmo, esqueça os rabos de sereia e a vida no mar. As meninas vivem na terra, vão à festas e à universidade.
Isso é o que explica a capa. Vi muita gente julgando a capa, dizendo que ela ficou parecida com os livros de A Seleção e que num livro de sereias, ela não se encaixaria.
Mas ela se encaixa sim, as Sereias apresentam-se aos humanos que afogam exatamente com vestidos do tipo da belíssima imagem (que aliás foi fotografada na Praia dos Espelhos, na Bahia) feitos de sal.
Passado o prólogo, isso me deixou muito confusa!
Eu esperando uma descrição marítima, e as sereias indo para balada!!!!!!!!!!!!!
Voltando a Kahlen, 80 anos vivendo como Sereia e ela ainda não se acostumou com a morte, ou melhor a necessidade da Água de se alimentar de vidas humanas para sobreviver. Mas não pense que ela é revoltada. Ela é dócil, subserviente e pacata. É a preferida da Água e tanto quanto pode, evita o contato com outros humanos, preferindo os livros.
Até que um dia, na biblioteca conhece Akinli, o moço loiro de cabelos bagunçados. Mesmo não podendo se comunicar com ele, (a voz das sereias é mortal) Kahlen finge-se de muda, mas que ouve e entende o que os outros falam. (Muito comum em quem não é mudo de nascença, mas por algum trauma).
Pelo moço enxergar a pessoa por trás da beleza especial das sereias, que na verdade é um escudo que a Água dá as sereias para que elas nunca se envolvam profundamente com os humanos, Kahlen acaba se apaixonando por ele. (É um amor meio miojo - te conheci- saí com você- me apaixonei)
O difícil vai ser esconder de Akinli seu segredo e mantê-lo a salvo, enquanto espera sua "maldição" acabar.
Diferente do que diz a sinopse, não é que seja contra as regras se apaixonar, mas é que a Água por conta do sofrimento e de um certo egoísmo não aceita sereias casadas ou com filhos, porque nada, nem ninguém pode ser mais importante do que Ela na vida das sereias. Seria muito fácil se quando isso acontecesse a sereia fosse libertada, mas o castigo para as que descumprem as ordens da Água é a morte.
Falando da Água, ela é o melhor personagem do livro. Não pense na Água como uma pessoa, ou uma Iara, ela é a Água mesmo, o mar, a água corrente, os rios. E se comunica com as sereias por pensamento toda vez que elas a tocam.
Não considere a Água também uma vilã. Embora tenha a necessidade de se alimentar de vidas humanas, ela o faz somente quando está com muita fome, e é como uma mãe para as sereias, ela só exige ser amada acima de todas as coisas porque necessita que suas filhas estejam concentradas no momento de a alimentarem, afinal da água depende a sobrevivência de todo o planeta, inclusive de outros humanos.
Então depois da confusão inicial que fiz, o livro correu rápido. Acho que o li em um ou no máximo dois dias (cheguei a perder o ponto de saltar do ônibus!!!!!!). Mas não é um livro que te empolga.
Acho que muito da minha expectativa era ler algo parecido com a Seleção, mas Kahlen não é América, (quem eu quis socar a cada duas páginas), não é uma lutadora, na verdade, ela não luta pelo amor de Akinli, embora o ame, ela prefere se afastar dele porque sabe que o seu compromisso com a Água é muito mais importante do que isso.
Para poder fazer então que os personagens fiquem juntos, Kiera novamente teve que usar de muita criatividade e criar toda uma "rede" para libertá-la.
O fim é bonitinho, embora não muito crível. Na verdade, a relação entre Kahlen, por causa de algumas características das sereias, e Ankili é que não tem liga. São tantos contratempos, tantos segredos, que não dá para levar fé.
Enfim, o livro não é ruim, mas se você espera toda a tensão da série A Seleção pode se decepcionar, leia com muita cautela e curta as inovadoras Sereias de Kiera. Originais, elas são.
Ah, quer ouvir o canto das Sereias?
Kiera gravou no soundcloud mas por favor, não se se jogue na água.
Até mais,
[Resenha de Tinta] A Herdeira
Desafio do Alfabeto Literário - Janeiro
Atenção! Essa
história se passa 20 anos depois do último livro da Série A seleção, logo, é
IMPOSSÍVEL não ter algum spoiler, proposital ou não. Então, se você ainda não
conhece a série acima citada, comece a leitura deste post por aqui. Agora se você já conhece, mas ainda não sacou qual é o
final da série e deseja descobrir sozinho, passa reto!! Fica a dica...
Título
Original: The heir
Autora: Kiera Cass
Número de
páginas: 391
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765657
Ano: 2015
Nota: 4/5
Sinopse: No quarto
volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o
que vem depois do "felizes para sempre".
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e
conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn,
filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão
disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de
fadas como o de seus pais. Mas assim que a competição começa, ela percebe que
encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.
Resenha: Olá queridos!! Se esta
não é a sua primeira resenha desse livro, você já deve
imaginar que eu vou começar a história xingando e julgando a protagonista
Eadlyn. Filha dos reis Maxon e America e primeira sucessora ao trono. Pois, engana-se...
Vou bancar a advogada do Diabo sim, mas antes de me julgar também,
deixa eu te mostrar um outro lado de Eadlyn que você talvez não tenha visto
ainda... Não te garanto que a sua opinião vai mudar depois desse post, mas
acredito que durante a leitura do próximo livro, você também vai conseguir
enxergar um pouco mais...
“Uma coisa era a expectativa de que eu comandasse o país, de que
carregasse o peso de governar milhões de pessoas sozinha. Tratava-se de um
emprego, uma tarefa. Eu podia riscar itens de uma lista, delegar. Mas casamento
era muito mais pessoal, outro pedaço da minha vida que deveria ser meu, mas
aparentemente não era (...)”
Eadlyn foi criada para ser uma Rainha. Aos 13 anos, começou a
trabalhar para aprender o ofício de governar. Logo, participava de reuniões do
conselho, fazia e acompanhava análises situacionais e se preparava para
governar um reino, algo que lhe exigiria uma enorme capacidade de dedicação e
desapego. Somente o fato de ser a primeira governante mulher, já causava muita
pressão. Diante disso, uma carapaça foi desenvolvida.
Eadlyn tem dificuldades em
se relacionar com pessoas (desde seus criados mais próximos até os agregados da
família) e lidar com seus sentimentos. Inveja aos irmãos por não terem o peso de serem os
futuros governantes, mas ao mesmo tempo se orgulha de ser a futura
rainha.
Ela é mimada sim, e arrogante em alguns momentos, mas não é má
pessoa, apenas imatura. Sim, ela gosta do luxo envolvido nos cuidados de uma
princesa, mas quem pode a culpar por isso? Essa é a única vida que ela conhece.
Acho que o quê mais a deixou assim foi o fato de ela nunca ter conseguido ser
somente uma garota, nunca teve tempo para si mesma e no fundo inveja a qualquer
paixão que alguém desenvolva, simplesmente pelo fato de nunca ter tido a
sensação. Para mim, seus defeitos foram as coisas que mais me fizeram gostar dela.
Vamos à ambientação... Com o fim da segregação por castas, a
popularidade da monarquia fica em baixa e os números de rebeldes aumentam
consideravelmente. Para o rei Maxon, a estratégia para diminuir a tensão da
população, é a de realizar uma nova Seleção (velha política do pão e circo, bem
conhecida pelos brasileiros). A questão é que Eadlyn não está interessada em se
casar e durante as discussões com os pais, ela consegue uma barganha e o rei
concorda que, se em três meses de Seleção ela não se apaixonar, não terá
obrigação de escolher.
Para isso, a contragosto de Eadlyn, são selecionados 35
pretendentes para o evento. No início, ainda relutante, Eadlyn dificulta o
convívio, elimina vários selecionados friamente e faz pouco caso dos que ficam; mas com o tempo (e a pressão dos pais, dos irmãos, da imprensa e... Ufa! De
todo um reino!) a carapaça começa a se desfazer e aí sim, ela se permite se
divertir, conhecer a história de seus pretendentes e até a se envolver... A
partir daí, é que a ideia de que dali pode sair seu futuro esposo, começa a se
formar.
Para quem já é leitor da Kiera, não é novidade que ela vai te
levando com aquela linguagem fluida, uma historinha gostosa, daí, de repente você pisca... e acabou!!! Frustração é pouco para descrever, não é?!!!
Para concluir, quero te propor a ler esse livro com a mente aberta para observar não só o que eu ou outro blogueiro descreveu, mas o que você realmente
sentir em relação à Eadlyn e à sua história. Sou feminista e acho que todo
casamento deve ser por amor e não por convenções sociais, por isso não acho certo julgar uma garota por não querer se casar aos 18 anos!
Amei o livro e vou
seguir amando (talvez até mais) se no fim dos três meses, ela não escolher
ninguém e manter o seu compromisso não somente com seu pai, mas também consigo
mesma. E vocês, o que acham?
Querem ler uma opinião diferente? Tem outra resenha de A Herdeira, aqui.
Bjos!!
Não esqueçam de deixar seu comentário para concorrer ao sorteio.
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Obrigada pela visita!!
[Resenha de Tinta] A Herdeira
O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Essa resenha está cheia de spoilers sobre personagens antigos.Se você ainda não leu a série não recomendamos a leitura, afinal vai ser impossível não contar as notícias e novidades dos vintes anos da última Seleção.
A Seleção #4
Autor:Kiera Cass Edição: 1
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765657
Ano: 2015
Páginas: 361
Sinopse:A Herdeira - No quarto volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”. Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.
Olá Pessoal,
"Eu vou desdizer tudo o que eu já disse antes.Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo..."
Esse verso não é sobre A Herdeira, é sobre mim. A pouquíssimo tempo eu escrevi um Papo de Tinta falando sobre séries estendidas, que eu estava cansada disso e inclusive citei a série A Seleção.
E é verdade. quando anunciaram esse livro, eu fiquei decepcionada. Não acho que a série mereceria continuação. O Felizes para Sempre de Maxxon e América me bastaram. Não via sentido.
Mas essa semana foi o lançamento. E a curiosidade matou o gata (não eu claro, outra gata, claro#momentomeacho) corri na Amazon e adquiri o livro, afinal eu amo Iléa.
Preparados para saberem o que eu achei?
Segurem suas tiaras e me acompanhem nessa resenha.
#Resenha
Salve, Salve Povo de Iléa
Está começando mais uma Seleção.
Dessa vez, 35 participantes irão disputar o coração da Princesa Eadlyn,a herdeira do trono de Iléa..
Quem ganhará?
Então, se passaram 20 anos desde a Seleção que uniu Maxxon e America. Nesse período muita coisa mudou em Iléa, a começar pelo sistema de castas, que foi abolido. As pessoas não são mais definidas por números.
A segunda grande mudança é com relação a hereditariedade do trono. Antes, só os homens herdavam o trono mas como Eadlyn é a primogênita, pois nasceu 7 minutos antes do seu irmão gêmeo, Maxxon e América não acharam justo que não fosse ela a herdeira do trono e por isso mudaram a lei.
Assim, Eadlyn foi criada como a sucessora.
Muito trabalho, muita responsabilidade e talvez muita permissividade dos pais, a transformaram em uma princesa extremamente arrogante e grossa. Determinada também, mas sobretudo soberba.
Como ela mesmo diz:
"Eu sou a herdeira do trono, ninguém é mais poderosa que eu."
Só que apesar do bom governo de Maxxon, nem tudo são flores no reino. Mesmo com o fim do sistema de castas, a população ainda se comporta como se ela ainda existisse. Patrões não contratam empregados de determinados números, não promovem determinadas castas e revoluções estão eclodindo em várias partes do reino.
Então para "abafar" essas pequenas revoluções e distrair o povo, Maxxon e América pensam em uma nova Seleção, formula antiga que sempre ajudou os reis a contornarem os problemas.
O problema é que a Princesa acha isso uma ideia antiquada e não quer se submeter a isso. Casar não está nos planos dela e muito menos nos moldes de encontrar rapazes que nunca viu e entre eles encontrar um "amor".
Depois de muita conversa e convencimento, Eadlyn aceita então que uma Seleção seja feita, mas com uma condição: Se ela não se apaixonar por ninguém em 3 meses, ela cancelará a Seleção. E ela tem vários planos para que isso tudo não dê certo...
“- Isso quer dizer que tenho opção?Papai respirou fundo, pensativo, antes de falar:- Bem meu amor, na verdade você terá trinta e cinco opções.”
E assim começa mais uma Seleção.
Eu gosto bastante da escrita da Kiera, então não foi a toa que larguei o que estava lendo para me dedicar a A Herdeira, o que eu não contava era com a possibilidade de odiar a protagonista. Sério! se eu queria dar uns tapas na América em toda trilogia de a Seleção, minha vontade nesse livro era adentra-lo e surrar a Eadlyn.
Ela é soberba, ela é posuda, manipuladora, vil, mesquinha. Me lembra muito uma personagem do filme da Barbie, que minha afilhada assiste, Malucia, cujo o bordão é : Eu quero tudo, eu quero já, não me diga não, me diga tá".
Fiquei muito decepcionada com a rainha América. Se antes ela tinha uma personalidade forte, agora ela é simplesmente um cordeirinho com a filha. Cadê aquele arroubo da juventude? Porque nunca colocou a menina no seu lugar? América está parecida com a rainha Amber, com uma personalidade doce e gentil.
Maxxon não fica atrás. Aos 45 anos, cansou de ser Rei?!!!!!!! e quer mais é passar o reinado para a filha.
Me decepcionou muito Eadlyn ter as caractéristicas do avô, ao invés da dos pais.
Mas nem tudo é ruim no reino de Iléa. O casal tem outros três filhos, Ahren o gêmeo de Eadlyn, um gentleman, um principe realmente. Kaden, o adolescente erudito e Osten, o pequeno. Eles são ótimos.
Muito bom foi rever também o agora General Leger, Aspen, e sua amada Lucy e Maureen que tem dois filhos, a iludida que se acha da familia real, e Kile.
Kile é o oposto da irmã, é do tipo: - "Tô" nem aí se moro em um castelo com a família real. Quero me mandar daqui e viver a vida.
Então, depois das notícias sobre nossos queridos, vamos a Seleção:
A bruxinha, opa, Princesinha já começa causando um rebuliço. No dia seguinte a apresentação, ela simplesmente corta 1/3 dos pretendentes com um tapinha no ombro e um aceno para a porta! Sendo tudo transmitido ao vivo. Ela não faz a menor questão de conviver com os pretendentes e marca encontros obrigatórios.
Mesmo assim, alguns pretendentes se destacam: Kile, é o filho de Maureen, que aparece na Seleção, por mágica (ou talvez tenha sido sua infantil irmã, suposições), Ean que oferece a Eadlyn, o que ela quer, um casamento de fachada, Henry um norueguês que não fala inglês, Erik seu tradutor que não é um dos selecionados, e Hale, o músico.
Eu acho que ficou meio óbvio quem ganhará a Seleção, mesmo eu shippando muito um outro "pretendente", apesar de quê Kiera é capaz de destruir todas as impressões que eu possa vir a ter, já que no final de a Escolha, ela conseguiu fazer eu duvidar que América fosse ser a escolhida.
Falando em Kiera, mesmo eu odiando inicialmente a protagonista e achando muito estranho ver a Seleção pelos olhos do selecionador, eu reconheço que ela é mestre.
A escrita dela é brilhante. Ela é capaz de tornar o texto viciante, a ponto de eu ter lido de uma "sentada" (deitada) só, mesmo não gostando da protagonista e torcendo que ela se desse mal, (sim, sou dessas!)
São surpresas e emoções que tiram o fôlego, mesmo em uma seleção monótona e fria; Todos os personagens que não são poucos, guardam um segredo, uma história para contar.
E aos poucos, com a armadura de Eadlyn rachando você vai se afeiçoando, veja bem, afeiçoando, não gostando da personagem. Essa reviravolta custosa, dá um brilho especial ao volume.
O problema é que nem todo mundo vê essas rachaduras. É óbvio que ao transmitir a Seleção, a personalidade fria de Eadlyn aparece e isso não agrada ao povo, que está cada vez mais tenso e causando revoltas maiores, e isso causa um problema até talvez no futuro da monarquia de Iléa.
De ruim, fica apenas a ansiedade pelo novo livro. já que esse é apenas introdutório a verdadeira história, pois ele abarca apenas duas semanas de Seleção. E se ele já é um revival de emoções imaginem o segundo. Isso sem contar o final.
Preciso dizer que o final desse volume me arrancou lágrimas. Eu li todos os livros da série, inclusive os contos e sei que Kiera pode ser má. E o final é tão tenso, que eu nem quero acreditar no que vem pela frente. Eu espero que ela não me surpreenda negativamente.
No momento em que terminei o livro só me restou gritar de frustração e esperar pelo próximo, porque sim, eu vou lê-lo com certeza.
Espero que tenha gostado,
Um beijo,
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