Mostrando postagens com marcador Mary Balogh. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mary Balogh. Mostrar todas as postagens

Resenha de Tinta: Um Acordo e Nada Mais




Série: Os Sobreviventes - Livro 02
Autora: Mary Balogh
Número de Páginas: 304
Ano: 2018

*Parceria Arqueiro*

AINDA NÃO LEU O PRIMEIRO? VEM BEM aqui QUE TEM A RESENHA ;)
“...Pois o visconde de Darleigh era tudo o que ela observara naquela manhã e muito mais. Gracioso e elegante, ele não era particularmente alto. Tinha um belo corpo, com músculos desenvolvidos nos lugares certos, como se levasse uma vida vigorosa e estivesse em boa forma, talvez até com um porte atlético. Vestia-se para a noite com um bom gosto irretocável, sem ostentação. Era, na verdade, deslumbrante, e Sophia sentiu-se ridicularmente encantada. E ess foi sua reação apenas ao que viu do pescoço para baixo.” Pág. 34

Resenha de Tinta: Uma Proposta e nada Mais



Série: Clube dos Sobreviventes – livro 01
Autor: Mary Balogh
Número de páginas: 272
Editora: Arqueiro
Ano: 2018

PARCERIA ARQUEIRO
“... É este lugar – falou ele. – Tem sido o cenário de muitas revelações ao longo dos anos, algumas praticamente impronunciáveis e impensáveis. Existe confiança nesta casa. Confiamos uns nos outros e ninguém jamais traiu essa confiança.” Pág. 55

Penderris Hall, a sede do Clube dos Sobreviventes. Um grupo formado por pessoas bem peculiares que estão se reerguendo depois de pesadas perdas. Um deles é Hugo Emes, o herói de Badajoz, como é conhecido por toda Inglaterra. Mas Hugo traz uma grande dor e sentimentos confusos dentro de si, mas não está disposto a se livrar deles. Na verdade, até os cultiva.

Resenha de Tinta: Ligeiramente Pecaminosos



O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Essa série é viciante. Quinto livro da série, pode (eu prometo me policiar) conter SPOILERS.

Série: Os Bedwyns – livro 05
Autor: Mary Balogh
Páginas: 272
Editora: Arqueiro
Ano: 2016

Resenha de Tinta: Ligeiramente Seduzidos

PARCERIA ARQUEIRO
Série: Os Bedwyn - Livro 04
Autor: Mary Balogh
Páginas:288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580415469
Ano: 2016
Nota: 5/5


Sinopse: Jovem, estonteante e nascida em berço de ouro. É apenas isso que Gervase Ashford, o conde de Rosthorn, enxerga em Morgan Bedwyn quando a conhece, num dos bailes da alta sociedade inglesa em Bruxelas.
Em circunstâncias normais, ele não olharia para ela duas vezes - prefere mulheres mais velhas e experientes. Porém, ao saber que Morgan é irmã de Wulfric Bedwyn, a quem Gervase culpa pelos nove anos que passou longe da Inglaterra, decide que ela é o instrumento perfeito para satisfazer seu desejo de vingança. 

Resenha de Tinta: Ligeiramente Escandalosos

PARCERIA ARQUEIRO

Série: Os Bedwyn - Livro 03
Título original: Slightly Scandalous
Autor: Mary Balogh
Tradutor: Ana Rodrigues
Número de páginas: 288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580414547
Ano: 2015
Nota: 5/5

Sinopse:
Freyja Bedwyn é uma mulher diferente das outras damas da alta sociedade: impetuosa e decidida, ela preza a independência e a liberdade acima de qualquer coisa – até mesmo do amor.
Até que o destino lhe apresenta Joshua Moore, o marquês de Hallmare, um homem cheio de charme e mistério, dono de uma beleza estonteante e de uma reputação terrível. Quando ambos se encontram a caminho da pacata cidade de Bath, a química entre os dois é imediata.
Entre encontros e desencontros, conflitos e provocações, Joshua faz uma proposta inusitada: pede que Freyja finja ser sua noiva, para evitar que uma artimanha de sua tia o leve a se casar com a própria prima.
Para uma dupla que acha graça das convenções sociais, esta parece ser a oportunidade perfeita para se divertir. Mas a brincadeira acaba trazendo consequências inesperadas. Aos poucos, suas máscaras vão caindo e ambos se revelam pessoas bem diferentes do que aparentam.
Neste terceiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh se aprofunda ainda mais nos segredos e desejos dessa família incomum e extremamente sensual.

Resenha:
            Freyja Bedwyn nasceu no século errado. Definitivamente a moça não se adaptava às normas de etiqueta de sua época e a todo momento causava algum frisson na sociedade londrina. Mas ser uma Bedwyn tinha seus privilégios e Freyja seguia incólume.
            Então durante uma viagem à Bathm fazendo companhia a uma amiga e fugindo de um acontecimento nada feliz para ela, a vida de Freyja muda drasticamente. Ela conhece o marques de Halmere. E foi-se os dias rotineiros e tediosos.
            Lady Freyja Bedwyn já tem 25 anos, mas não pensa em casar-se tão cedo, mas fingir um noivado pra se divertir não tem problema...será?
            Nesse terceiro volume da saga dos Bedwyn, Mary Balogh nos mostra tudo o que há no coraçãozinho da moça arrogante e destemida. E nos apresenta Joshua, o homem marlindo do mundo! Imagino o Chris Capitão América Evans... PERFECT!

            E o que começa como brincadeira vai se tornando mais sério e vai curando feridas não cicatrizadas em ambos.
            Também conhecemos um pouco mais de Morgan e Alleyne, os irmãos caçulas da família. Também percebi um perfil mais humano em Wulf. Será?!

            Acho que é porque é a irmã e tal. Ou remorso... mas não vou dizer o porque! Precisam ler!
            Adorei as primas de Josh: Constance, Chastity e a doce Prue. Vário personagens secundários maravilhosamente construídos e marcantes.
            Maravilhoso!






[Resenha de Tinta] Ligeiramente Maliciosos

PARCERIA ARQUEIRO

Título original: Slightly Wicked
Autor: Mary Balogh
Tradutor: Ana Rodrigues
Número de páginas: 288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580413939
Ano: 2015
Nota: 4/5

Sinopse:
Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.
Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.
Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.
Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?
Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

Resenha:
            Enquanto Aidan Bedwyn se tornava um modesto fazendeiro e pai de dois anjinhos em Ligeiramente Casados (Não leu??!! Então vem aqui e lê a resenha rapidim!), Ralf só queria saber de ficar feliz por seu irmão e continuar sua vida de solteiro apesar dos contínuos pedidos da avó, que insistia no casamento já que gostaria de ver suas propriedades, que passariam para Rannulf, continuar na família por muitas gerações. Mas Rannulf não queria nem ouvir falar, principalmente por que além de ela querer que ele se case, ainda arranja as noivas. E em um belo dia, Rannulf parte para Grandmaison Park para conhecer mais uma das “noivas.”
            Mas no meio do caminho encontra uma diligencia virada e seus passageiros aflitos e nervosos; um temporal estava vindo e precisavam urgente sair dali. Mas o máximo que lorde Rannulf Bedwyn poderia fazer seria avisar na próxima cidade e pedir que mandem socorro e... levar uma pessoa. E quem é? Claire Campbell, uma atriz que está em viagem indo se apresentar em uma cidade próxima. Mas a viagem não vai se passar exatamente assim... uma noite cheia de paixão e desejo é o que espera o casal. E Ralf fica simplesmente louco pela linda ruiva de olhos verdes e curvas voluptuosas. Mas a pessoa simplesmente foge na manhã seguinte quando Ralf decide ir junto com ela para assistir sua apresentação. Fica fulo da vida, mas segue sua vida tentando não pensar mais nos lindos olhos verdes da fujona.
“...Rannulf recitou cada obscenidade, cada blasfêmia em que pôde pensar enquanto saía a cavalo da estalagem, minutos depois, para ir atrás de sua arisca “esposa”. Pág. 63
            Mas não foi assim que aconteceu...
            Visitando sua ‘noiva’, descobriu uma moça, acompanhante da avó de Julianne... com lindos olhos verdes!
            E Rannulf se vê diante de Claire Campbell, ou melhor, Srta. Judith Law, prima pobre de sua ‘noiva’. E agora?
            Essa história vai e volta umas tantas vezes... e é ótima! Mary Balogh construiu uma narrativa de amor que precisa ultrapassar várias barreiras: sentimentais, classes sociais, autoestima, familiares, etc.
            E conseguiram. Todas. Principalmente familiares.
“... A família era realmente um bem inestimável. E as duas famílias – os Bedwyns e os Laws – não pareciam tão constrangidos uns com os outros como Rannulf temera.” Pág. 277
            E descobrem a essência do amor.
“... – Não há – disse ele, beijando a mão dela. – Mesmo quando fizermos amor esta noite, isso não expressará adequadamente o amor em si, não é mesmo? Essa foi a grande surpresa desses últimos dois meses: o amor não é físico, mental ou emocional. É maior do que qualquer dessas coisas. É a verdadeira essência da própria vida, não concorda?” pág. 280.
Não é?
Leiamm!!




[Resenha de Tinta] Ligeiramente Casados



Série: Os Bedwyns - Livro 01
Título original: Slightly Married
Autor: Mary Balogh
Tradutor: Ana Rodrigues
Número de páginas: 288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580413212
Ano: 2014
Nota: 5/5

Sinopse:
À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse Custe o que custar!. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.
Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Continue lendo em...

Resenha:
Estou tentando identificar todas as emoções que estão passando por mim nesse momento... Nesse exato momento em que terminei a leitura (e estou enxugando os olhos ainda) desse livro maravilhoso... o que é esse livro?!

Um tanto mais calma, vamos por partes.
Quando li a sinopse e as orelhas achei algo meio Bridgertons e tal. Não que eu achei ruim, sou fãzérrima da Júlia Quinn. Mas não gosto de receita igual para bolos diferentes. Ledo e maravilhoso engano.
Os Bedwyns são a aristocracia pura e convicta de seu poder. Possuidores de um ducado, se acham a última bolacha do pacote... tem noção?
Pois é.
E como em toda família aristocrática, o primeiro filho é o herdeiro e o segundo vai ser militar. É desse cara que estou falando: Coronel Lorde Aidan Bedwyn. Chique né. Um homem severo, carrancudo (leia-se nunca sorri), austero e totalmente cumpridor de seu dever, seja ele qual for e com quem for, e dono de uma honra imaculada.
E é com esse senso de dever e honra que chega ao Solar Ringwood para dar a notícia a Srta. Eve Morris que seu irmão Percy está morto e que de agora em diante ele, o coronel, tem o dever de protegê-la. O que ele não esperava era que teria que ir tão longe nessa proteção.
“... Aquelas palavras – custe o que custar – pareciam pesar sobre seu pescoço. E estavam prestes a proferir uma sentença que definiria o resto da vida dele, bem no momento em que Aidan começara a ter sonhos diferentes. Só havia uma saída para proteger a irmã do capitão Morris.
Maldição, só havia uma saída.” Pág. 41
 Eve Morris é uma mocinha bem diferente de outras que já conheci. Eve é filha de um mineiro de carvão, mas é uma dama de criação e de coração. É destemida, generosa e muito, muito caridosa. Além de que, tem pensamentos bem moderninhos em relação a outros assunthos...rs
A saga dos Bedwyns contará a história dos seis irmãos
 “... – O senhor é mais velho ou mais novo do que seus irmão e irmãs? – perguntou ela.
Não sabia quase nada a respeito dele, percebeu. Ainda assim, o homem era seu marido.
- Sou o segundo, logo depois de Bewcastle – explicou Bedwyn. Então vem Rannulf, Freyja, Alleyne e Morgan. Nossa mãe era uma leitora voraz, principalmente de história. Foi ela quem escolheu nossos nomes um tanto excêntricos.” Pág. 73
         Quando o casamento deles se torna público, Eve se vê obrigada a comparecer a diversos eventos em Londres para que todos possam conhecer a mais nova Bedwyn. E com isso passa a conviver mais com seu ‘marido’ e descobre que ele é mais do que deixa ver.
 “... Então, o mais extraordinário aconteceu. O rosto de seu marido, sempre tão soturno e severo, relaxou aos poucos... ah, não bem em um sorriso. O rosto dele não sorriu. Nem a boca. Mas os olhos sorriram. Ficaram mais suaves e cintilaram com uma expressão que Eve só conseguiu descrever para si mesma como um sorriso.
E o mundo inteiro sorriu.” Pág. 184
  A escrita de Mary é linda. Suas descrições são detalhadas sem ser cansativas.
“... A água do córrego murmurava pelo leito de pedras até se juntar ao rio mais largo que delimitava o parque e cortava Heybridge, o vilarejo mais próximo. O vale era sempre um recanto reservado e adorável. Naquela manhã de maio, contudo, a beleza do lugar estava de tirar o fôlego. Os jacintos azuis, que não costumavam florescer antes de junho, foram seduzidos pelo calor primaveril e desabrocharam mais cedo. As azaleias também estavam em flor, de forma que as margens em declive do vale estavam atapetadas de azul e rosa.” Pág. 8
            Fazendo um comparativo com Júlia Quinn e Judith Mcnaught, acho que ela fica no meio. A fofa da Júlia tem um estilo mais engraçado, mais leve. Já a grande diva Judith nos leva a um sofrimento profundo, reviravoltas e, claro, finais felizes. Mary Balogh nos dá personagens alegres e histórias sofridas. Quase senti um desespero de tantos desencontros. E então... nossa! Foi tão emocionante e tão lindo que chorei... (é TPM). Quando faltavam 15 páginas para o final desacelerei quase parando...rs...não queria terminar...

            Sintam-se convocados pelo perfeito coronel lorde Aidan Bedwyn a lerem esse livro M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O !!
            Em abril de 2015 finalmente mataremos a saudade dos Bedwyns! Lançamento de Ligeiramente Maliciosos!
Essa é a capa da edição americana...sem graça..rs

            Recomendo muitoooooooo!