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Resenha de Tinta: Neuromancer

Editora: Aleph
ISBN: 9788585887902
Ano: 2003
Páginas: 304
Nota: 4/5

Sinopse: Um hacker renegado, uma samurai das ruas, um fantasma de computador, um terrorista psíquico e um rastafari orbital num thriller sexy, violento e intrigante. De Tóquio a Istambul, das estações espaciais ao não-espaço da realidade virtual, o tenso jogo final da humanidade contra as Inteligências Artificiais...


E você se faz a pergunta depois de terminar o livro: William Gibson previu o futuro?



[Resenha de Tinta] Count Zero - Desafio Junho

O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Esta resenha é sobre a continuação de uma série, porém não contém NENHUM spoiler do livro anterior. Leia sem moderação.

Série: Trilogia do Sprawl #2
Autor: William Gibson
Tradutor: Carlos Angelo
Número de páginas: 312
Editora: Aleph
ISBN: 9788576570509
Ano: 2008 (Originalmente publicado em 1986)
Nota: 5/5

Sinopse: No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas algo estranho está acontecendo. Pelo ciberespaço se espalham agora diversas novas vidas artificiais. Por isso, as grandes corporações do planeta precisam se mobilizar, cada vez mais e a qualquer custo, para proteger suas informações e obter outras. A bola da vez é o biochip, tecnologia capaz de oferecer grandes vantagens à empresa que dele se apossar. Envolvido por esse cenário, Bobby Newmark acaba entrando de gaiato nessa história. E por causa disso, Bobby - o Count Zero - se torna uma pessoa valiosa. É quando a caçada começa. Passados oito anos após os eventos de Neuromancer, Count Zero é uma nova imersão no profuso universo cyberpunk criado por William Gibson, sendo a segunda parte da visionária Trilogia do Sprawl, iniciada por Neuromancer e fechada por Mona Lisa Overdrive.

[Resenha de Tinta] Não Faça Acordos com o Dragão

Série: Shadowrun: Segredos do Poder - vol 1
Título Original: Never Deal with a Dragon
Autor: Robert N. Charrette
Tradução:Luiz Orlando
Número de Páginas: 416
Editora: Ediouro
Ano Publicação: 1995
ISBN:8500925507
Nota: 9/10

Sinopse: O ano é 2050. O poder da magia e as criaturas que ela traz consigo retornaram à Terra, e muitas das antigas raças reemergiram. Elfos, orks, magos e dragões letais acham abrigo num mundo onde a tecnologia e a carne humana se fundiram em mortais predadores urbanos. E as megaempresas multinacionais detêm a única mercadoria de real valor - informação. Para Sam Verner, viver no útero do conglomerado Renraku era fácil, até que sua irmã desapareceu e a fachada de realidade empresarial começou a desmoronar. Agora Sam deseja sair mas, para a extração , ele tem de fluir quase como um sussurro nas mortais sombras lançadas pelas empresas, em meio a um mundo onde seu primeiro movimento errado pode ser o último... o mundo de Shadowrun.

Resenha:

'Quando a magia encontra a tecnologia.' Desde Neuromancer que eu comecei a tomar gosto por cyberpunk, agora eu tenho certeza absoluta desse gosto. Com mais mistérios e reviravoltas do que qualquer romance policial ele vai prender você. É claro, se você gosta do tema. Consegue imaginar orcks, elfos, magos e biotecnologia lado a lado? Na série Artemis Fowl os faeris detém uma tecnologia mais avançada que a nossa, mas eu estou falando mesmo de cyberpunk aqui. Pessoas com ‘melhorias tecnológicas’:
“À menção da nova adição, Sam esticou a mão para tocar os curativos. Sua cabeça não registrou o toque, mas seus dedos puderam sentir um volume duro em sua têmpora direita. Ele sabia, pela entrevista pré-operatória, o que era aquilo: uma conexão de aço-cromo projetada para aceitar uma tomada-padrão de interface de computador. A colocação da conexão teve por objetivo aumentar sua eficiência na manipulação de arquivos de computador e no acessamento de dados.”

A história principal é sobre Sam, mas paralelo a isso tem umas trocentas personagens vivendo. Eu não sei se é devido ao estilo ‘cyberpunk’, mas achei interessante o total desprezo pelas pessoas que trabalham para empresas. Em Neuromancer também havia, por isso minha dúvida se é característica do estilo. Anyway, Sam é o personagem idiota mais legal e esperto que encontrei nesses tempos. Idiota porque ele é ingênuo e crédulo demais, esperto porque em algumas situações em que eu tinha certeza que ele ia gritar como uma criancinha ele fez coisas inteligentes. Ainda assim, fiquei chateada com o autor porque achei que Hanae teria uma participação mais expressiva.

Sobre os dragões, eles são malvados. Muito malvados. Humanos são criaturas desprezíveis na mentalidade deles. Fiquei com medo de topar com um por aí. Se você faz o acordo você fica mal, se você não faz fica muito pior!!! Boa sorte para vocês. 
“Dizia mais ou menos assim: "Vigie a retaguarda, estoque munição e nunca rompa tratos com um dragão".”

Se você gosta de fantasia com ficção científica esse é o livro. Se você conhece títulos similares por favor me conte! Eu sei que essa série é uma trilogia, mas se você conhecer outros livros e autores, deixe um comentário :D