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Magia do Sangue


O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Esse é o terceiro livro da série e pode conter SPOILERS.

PARCERIA ARQUEIRO

Série: Trilogia Primos O’Dwyer - Livro 03
Título original: Blood Magick
Autor: Nora Roberts
Tradutor: Maria Clara de Biase
Número de páginas: 288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580414714
Ano: 2015
Nota: 5/5

Sinopse:
Há muitos anos, Branna O’Dwyer entregou seu amor a Finbar Burke. No entanto, o romance durou pouco. Uma maldição ligada ao sangue de suas famílias os proibiu de ficar juntos.
Branna tentou preencher esse vazio com amigos e familiares, mas sabe que, sem Fin, sua vida nunca estará completa. Ele, por sua vez, passou os últimos doze anos viajando pelo mundo, focado exclusivamente no trabalho.
Atormentados pela forte atração que nem a distância pôde aplacar, nenhum dos dois acha que um dia se entregará de novo ao amor.
Entretanto, em meio às sombras que ameaçam destruir tudo o que eles consideram mais precioso, esse relacionamento sem futuro pode ser também a última esperança que lhes resta.

Se você ainda não leu os outros dois livros, pare aqui. Volte lá no livro 1 e no livro 2 ;)
Já leu? Agora pode continuar!



Resenha:

            Mesmo Cabhan tendo ficado bem chamuscado no último encontro, ainda ficou bem vivo e tocando o terror na vida do círculo.
            Mas apesar dos pesares, sempre temos que continuar a viver e com dois casamentos à vista, aí é que fica melhor.
            Só o que não melhora é o clima entre Fin e Branna. Em seu coração, Branna encaixotou o amor por Finbar e lacrou a caixa com a marca de Cabhan que o moço não pediu pra ter. Ela é muito cabeça dura! Quer carregar todo o fardo nas costas sozinha, e apesar de aceitar Fin no círculo, ainda não entende totalmente.
            E Fin se determina a provar a ela que ele é deles, do círculo, e não de Cabhan. Sua maior prioridade é quebrar a maldição para então tentar reconquistar o amor de Branna.
            E no meio de todo esse drama amoroso, eles ainda precisam juntar forças, feitiços e poderes para destruírem o mal de uma vez por todas. E para isso, eles contam com os primeiros três: Teagan, Brannaugh e Eamon.
            A autora nos mostra todo o conflito interior de Fin; toda a culpa, desespero e toda a vontade e necessidade de ser bom além do suficiente, todo o medo de ser parecido com Cabhan.
            Nesse livro, Nora Roberts fez uma verdadeira poesia nos momentos de Fin e Branna. Apaixonante!
“...Em vez disso, passou os braços ao redor do pescoço de Fin e olhou nos olhos dele. E ao soar da meia-noite o beijou.
Luz surgiu entre eles, uma eletricidade que produziu choque no sangue e chegou ao coração. Depois se transformou em um calor infinitamente desejado.
Ah, enfim voltar a se sentir assim. Ter o coração, o corpo e o espírito de Branna unidos naquele desejo, naquele calor, naquela louca e singular alegria. Seus lábios nos dela, sua respiração com a dela, seu coração no dela. E toda a tristeza soprada para longe como se nunca tivesse existido.
Um dia havia pensado que o que sentia por Branna estava além do que qualquer um poderia sentir. Mas estava errado. Isso, depois de todos os anos sem ela, era mais.
O cheiro de Branna o invadindo, o gosto dela o anulando. Como um dia fizera, Branna lhe deu tudo em um simples beijo. Doçura e força, poder e rendição, necessidade e generosidade.
Fin quis se agarrar a ela e àquele momento pelo resto de seus dias.”
            Dos três casais, o amor mais lindo, profundo; o retorno mais esperado, ansiado; os corações mais envolvidos... Lindo!
E lindo como é o Finbar Burke! Meninas, vou te falar hein... vamos passear lá pela Irlanda?!
“... Nenhuma noite agitada se revelava no rosto bonito dele, naqueles olhos verdes penetrantes.
Fin parecia perfeito – homem e bruxo –, com seus cabelos pretos como corvos molhados de chuva, seu corpo alto e esguio enquanto ele tirava sua jaqueta preta de couro e a pendurava em um gancho.” Pág. 38
Esse é o meu Finbar..quem quer ser enfetiçada?! o/

            O livro é lindo! Mas... queria mais desse final!
            Leiam e me digam se vocês também não esperavam ‘algo mais’.

Recomendo! Trilogia linda que vai deixar saudades! Nora arrasando mais uma vez!





[Resenha de Tinta] Feitiço da Sombra

O Ministério dos Blogueiros e o Mundo de Tinta advertem: Esse é o segundo livro da série e pode conter SPOILERS.

PARCERIA ARQUEIRO

Série: Trilogia Primos O’Dwyer - Livro 02
Título original: Shadow Spell
Autor: Nora Roberts
Tradutor: Maria Clara de Biase
Número de páginas: 288
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580414189
Ano: 2015
Nota: 4/5

Sinopse:
Segundo livro da trilogia Primos O’Dwyer, Feitiço da sombra é uma emocionante história sobre os maiores poderes mágicos que existem: o amor, a amizade e a família. Connor O’Dwyer se orgulha de chamar o Condado de Mayo de seu lar. É lá que Branna, sua irmã, mora e trabalha e onde Iona, sua prima, encontrou o verdadeiro amor. Foi nessa terra que seus parentes e amigos formaram um círculo de proteção que nunca poderá ser rompido... Até que um beijo põe em risco a segurança de todos. Depois de um breve encontro com a morte, Connor e a melhor amiga de sua irmã se entregam um ao outro. Eles se dão bem desde a infância e, depois do tórrido encontro, o rapaz tem esperança de que esse relacionamento evolua. Para frustração dele, no entanto, Meara se contenta apenas com o prazer do momento, temendo se perder – e perder a amizade dele. Essa mudança em sua relação pode abalar o círculo e permitir que uma perigosa ameaça ressurja aos poucos, como uma névoa. Para detê-la, Connor precisará novamente da família e dos amigos para despertar a força e a fúria que correm em seu sangue. Quem sabe pela última vez.

Resenha:
            E voltamos para Mayo!

            Depois da última tentativa do círculo de destruir Cabhan onde Iona quase morreu, os bruxinhos estão mais cautelosos e pensando sobre o que erraram em seu feitiço. A resenha do livro um tá bem aqui.
            Enquanto isso, Connor continua sua vida leve e agradável ao lado de seus amigos mais que inseparáveis. Mas começa a perceber Cabhan ao seu redor e vê que o foco do bruxo das trevas mudou de Iona para ele. Então depois de um ataque surpresa quando Connor estava acompanhado de Meara, algo que estava guardado e preso no fundo do coração e da alma, se liberta através de um beijo. E tudo começa a pegar fogo ao redor dos dois. Connor e Meara descobrem uma conexão muito forte entre eles. E Cabhan também vê isso. E parte pra cima da moça.
            Apesar de todo o amor que Connor presenteia Meara, ela não quer. Tem medo. E isso vai levá-la pertinho da morte. Mas ela percebe a tempo o tamanho do tesouro que ela está perto de perder.
            Nesse segundo livro da trilogia dos Primos O’Dwyer, temos como personagem principal o bruxinho lindo e maravilhoso Connor. Tendo um coração tão grande quanto seu tamanho e uma paciência maior ainda né. Pra aguentar o orgulho de Meara, uma mulher que não aceita ‘cabresto’, como diz meu pai. Mas aos poucos, ele consegue domar a megera.
Esse é o meu Connor, mas com cabelos cacheados...aiai bruxinho <3

            Eu gostei mais desse livro do que do primeiro. Isso mostra que a trilogia só está melhorando. O casamento de Iona ainda não aconteceu, mas como sabemos que a diva Nora ama casamentos, provavelmente vai acontecer os três no último livro, o qual estou esperando ansiosa porque acredito que será o mais tocante, já que Branna tem toda uma história antiga com Finbar.
            Então agora é só esperar.

            Leiam! E depois venham me dizer o que acharam!


[Resenha de Tinta] O desafio de Ferro

Série: Magisterium - Livro 01
Título Original: The Iron Trial
Autor: Cassandra Clare & Holly Black
Tradução: Amanda Orlando
Número de Páginas: 384
Editora: #Irado (Selo NC)
Ano Publicação: 2014
ISBN:9788581635576
Nota: 10/10

Sinopse: O Desafio de Ferro - AMIGOS E INIMIGOS. PERIGO E MAGIA. MORTE E VIDA. A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar. Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior... mas falha em seu plano de falhar. Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro. Magisterium - O Desafio de Ferro nasceu da extraordinária imaginação das autoras best-seller Holly Black e Cassandra Clare. Um mergulho alucinante em um universo mágico e inexplorado.

Resenha:

Como dizer sem ninguém se doer? Se você gosta de Harry Potter sem ser Pottermaníaco como eu, vai adorar esse livro! Você que gosta de fantasia, aventura e infato-juvenis também vai adorar. Agora os Pottermaníacos eu não tenho certeza. Porque assim, eu achei as duas séries muito parecidas nas suas fundações, mas achei o Desafio MUITO melhor estruturado. Claro que a Holly e a Cassandra tinham muito mais bagagem que a J.K. quando escreveu A pedra filosofal, por isso eu sei que a comparação é desleal. Deixemos as comparações de lado e vamos falar do Desafio que é o que interessa!

No meio de uma guerra, uma tragédia. Mulheres, crianças e doentes foram todos mortos em um ataque. Eles deveriam estar em um lugar seguro, mas o Inimigo queria atacá-los. O livro começa então com o pai de Call indo resgatar a esposa e o filho que estavam no tal lugar ‘seguro’. A cena é estranha e eu levei o livro todo remoendo ela. Mas é por causa dessa cena inicial que Call passa a vida toda acreditando que magos são perigosos. É por isso que ele quer muito falhar no Desafio de Ferro. 
Reação do Call e do Pai dele quando sai o resultado do Desafio. Lá atrás, reação das demais crianças que passaram
Vamos esclarecer algumas coisas. Os magos não andam na rua gritando: ‘Oi, eu sou um mago poderoso!’. Eles ficam na deles, a maior parte no Magisterium (que é uma escola). E vivem suas vidas ‘normalmente’. Os não magos mal sabem da existência deles. E você não pode não fazer o Desafio. E o motivo é simples: se você não sabe controlar sua magia você é uma bomba nuclear ambulante. Sabe o mal que a ignorância é capaz de causar? Imagina uma pessoa com poderes mágicos que seja ignorante? Logo os magos testam você para saber a potência da sua bomba. Se você tiver um nível mínimo eles te levam para o Magisterium para aprender a controlar isso. Se você for do tipo: “Ah, mas eu queria ser veterinário, não mago.”, então a resposta será: “Okey, vamos para o Magisterium para você controlar sua magia depois estudamos suas opções de futuro”. Logo, Call não tem opção a não ser IR para o Magisterium, ele tem magia latente demais para não ir. Só que Call cresceu ouvindo histórias horríveis do Magisterium! E agora? 
Como Call imaginava o Magisterium
Eu achei a história muito bem contada, o cenário muito bem exposto e adorei o professor do Call. (Eu quero um professor daqueles!). Os personagens secundários também merecem uma menção de honra. No Magistérium cada professor tem uma quantidade de alunos, no caso da turma de Call, são 3 alunos, ele, Aaron e Tamara. Os três dividem o dormitório e as aulas. Logo acabam ficando muito amigos. E eles são realmente ótimos! Só lendo para ver o quanto.

O próximo livro da série já está no forninho: Magisterium: The Copper Gauntlet. A capa está MARA!  Vi isso no Magisterium. Se você já leu O Desafio de Ferro, a Cassandra respondeu algumas coisas no seu Tumblr, quer ver? Mas óh, tem Spoiler, então se você não leu o livro não vem chorar comigo depois! Só clicar aqui.

[Resenha de Tinta] Bruxos e Bruxas - O Dom

Título Original: Witch & Wizard: The Gift
Autora: James Patterson e Ned Rust
Número de Páginas: 288
Tradutor: Lígia Mendes
ISBN: 9788581632810
Publicado: 2013

Sinopse:
Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.

Resenha:
Ok, vamos lá. Sendo bem honesta com vocês, se você leu a resenha do livro 1, infelizmente não vou ter muita coisa a acrescentar.
Whit e Wisty continuam sua luta contra a Nova Ordem, tentando escapar do Único que é o Único. Tem uma coisa que me incomoda nessa série: é tudo rápido demais. As cenas são rápidas demais. Tudo é rápido, desde os momentos bons até as piores situações, dos planos as prisões, tudo é num estalar de dedos. Tem outra coisa muito rápida nesse livro: os capítulos. Eles são subdivididos pela narração do momento – Whit ou Wisty – e ficam minusculos. Mas cada um tem uma quebra de página. Assim, um livro que poderia ter 200 páginas tem 288.
O Dom começou de maneira estranha pra mim. Sendo um livro tão sequencial, esperava que começasse diretamente de onde Bruxos e Bruxas terminou. Não foi assim. Li algumas vezes as primeiras páginas para ter certeza de que não estava ficando louca.
Além da inserção de algumas cenas mais “emocionantes”, ou de fator psicológico mais apurado, não vi nenhum amadurecimento como pessoas em Wisty e Whit. Ela continua cabeça dura, ele continua centrado em si mesmo, e honestamente, já passamos por alguns bocados com eles para sabermos que eles deveriam ter amadurecido mais.
Então, O Dom não conseguiu tirar aquela sensação de mais ou menos que Bruxos e Bruxas deixou, e vou para o livro três ainda com esperança, no coração. Sabe quando não é bom, nem deixa de ser? Sim, amigo leitor, eu sou dessas que quando começa um livro/série, tem que terminar, não importa que eu fique com uma sensação terrível de tempo perdido no final. Eu sempre dou uma chance aos livros. Eles merecem.


[Resenha de Tinta] Bruxos e Bruxas

Título Original: Witch & Wizard
Autora: James Patterson e Gabrielle Charbonnet
Número de Páginas: 287
Tradutor: Ana Paula Corradini 
ISBN: 9788581632216
Publicado: 2009

Sinopse:
Em pleno século XXI, os irmãos Allgood, With e Whisty são arrancados de sua casa no meio da noite e jogados na prisão, acusados de bruxaria. Vários outros jovens como eles foram sequestrados, presos e outros desapareceram. Tudo isso acontece porque o mundo foi comandado por um novo governo "Nova Ordem", que acredita que todos os menores de dezoito anos são suspeitos e que praticam bruxaria. Quem comanda a N.O é O Único Que É O Único, e seu objetivo é tirar tudo que faz parte da vida de um adolescente normal, livros, música, arte, comandar o mundo e desvendar todos os segredos da magia. Qualquer forma de protesto contra a N.O será punida com muita rigidez e tortura, até que a pessoa possa completar dezoito anos, e assim ser condenado a morte. A missão dos irmãos Allgood é livrar o mundo desse novo regime e resgatar seus pais desaparecidos. Mas será que eles conseguirão enfrentar a Nova Ordem, salvar todos dessa tortura e encontrar seus pais?

Resenha:
Ok, começa assim: o título do livro é Bruxos e Bruxas. Eu quero ler a sinopse? Não. Eu quero saber se é uma série? Não. Eu quero saber se pelo menos o enredo é adolescente? Ahn... Não...
Eis aqui, amigos, alguém fissurada por bruxas. Eu fiquei feliz com este livro então? Uhn...




Então vamos aos fatos:


Whit e Wisty Allgood (adoro esses nomes com trocadilhos, a-do-ro), são irmãos que se descobrem sem mais nem menos no meio de uma nova caça as bruxas comandada pela Nova Ordem, aka N.O. (viu os trocadilhos?), onde não se pode ler, assistir filmes, ouvir música, estudar, comer ou respirar sem seu prévio aviso. Isso foi um ponto negativo para mim. É realmente sem aviso. É citado por alto que eles sabiam que uma Nova Ordem acontecendo, mas de uma hora para outra eles descobrem que estão nesse mato sem cachorro e a maioria da população já virou aliada da N.O. NO gostei. Desculpem, mas eu gosto de histórias com algum embasamento.
Continuando... Whit e Wisty são separados dos pais por guardas, pois são acusados de serem bruxos, apesar de não terem a miníma ideia de serem bruxos. Ponto negativo dois.
Bruxos para mim: a não ser que estejam separados de sua verdadeira família por algum fator adverso (leia-se, a não ser que você seja o Harry Potter), eu não gosto do desconhecimento da bruxaria. A magia tem que ser passada de pai para filho... blá blá blá. Mas eu entendo que isso serviu para criar uma ambientação melhor a história, e que é necessário, caso contrário seria difícil fazer esses dois crescerem como personagens. Ok. Aceito.
Bem, a partir de sua prisão, os irmãos Allgood passam por alguns maus momentos, tentando fugir. A história é sim, interessante, tirando esses dois primeiros NOs (saushaushua, desculpem, não resisti) que citei. Wisty e Whit vão descobrindo aos poucos sua magia e como lidar com ela, bem como a realidade em que estão, e quais são suas responsabilidades com os outros, tendo poderes tão fortes como os que possuem.
Além disso, temos um vilão. RÁ, adoro quando o vilão tem cara, nome e sobrenome, apesar de estar com um pressentimento que vamos ter uma história sobre esse vilão que nos deixará com peninha dele em algum momento. O Único que é o Único, governante e lider na N.O., é um homem poderoso, que apesar de restringir uso de magia pela população, claramente a manipula. Ele é a mente pensante por trás da ordem e do brilhante futuro visto por ela: seguindo suas instruções, existirá um futuro melhor. Onde ninguém sente.
Sentir é perigoso, e pensar é o que move o mundo. Faz sentido parar essas duas coisas para conter qualquer vestígio de batalha, não faz?
Bem... Gostei, mas não taaaaanto quanto esperava. É, Indira, não julgue o livro pela capa.
Mas como sou brasileira e não desisto nunca, vou ler toda a série, esperando que melhore.


[Resenha de Tinta] Harry Potter e a Pedra Filosofal

Título original: Harry Potter and the Philosopher’s Stone
Autor: J. K. Rowling
Tradutor: Lia Wyler
Número de Páginas: 223
Editora: Rocco
ISBN: 9788532527844
Ano: 1997

Sinopse: 
Um bebê é deixado à porta da família Dursley, com um carta que explica quem ele é e quais os mistérios que envolvem sua sobrevivência, após um duelo no qual seus pais morrerem. Onze anos mais tarde, Harry Potter recebe o melhor dos presentes de aniversário: descobre que é um bruxo e como tal deve ser educado. Conduzido por Hagrid, o doce e atrapalhado gigante ruivo, Harry inicia sua trajetória no cotidiano da magia. Na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, sob a direção do sábio professor Alvo Dumbledore, ele aprende a fazer poções, feitiços, a transformar coisas e a "pilotar" uma vassoura. Enfrenta as dificuldades normais de um principiante e alguns obstáculos a mais lhe são impingidos por sua fama. Afinal, Harry Potter, mesmo sem saber, derrotou o mais terrível dos feiticeiros. Agora, para prosseguir vitorioso, precisa aprender a dominar a sabedoria contida em valores simples da vida, como a amizade, a perseverança e o amor.

Resenha:
Terminei a pouco a leitura de Harry Potter e a Pedra Filosofal. E para ser bem honesta, agora sei porque as pessoas sempre me dizem “não acreditooooo que você ainda não leu Harry Potter” e porque minha amiga Thamires disse “você não vive, vegeta”. Rsrsrsrs
“Você é um bruxo Harry”
Eu adoro essa frase. Com aquela entonação do Hagrid sabe? Hoje vou fugir um pouco do meu padrão de resenhas, porque, obviamente, estamos falando do livro mais lido do mundo, que foi lançado a 17 (sim, chorem) anos, e que 98% das pessoas que leem esse texto já leram, então não vou ficar aqui babando a J. K. Rowling, dizendo que ela é maravilhosa, que ela escreve muito bem, que os personagens são incrivelmente bem feitos, porque todo mundo sabe disso né? Rsrsrs
Vou falar então, sobre minha sensação ao ler o livro. Harry Potter é um livro mágico (dãaa Indira, não diga). Não no sentido literal, mas no sentido filosófico da coisa. Eu realmente submergi na leitura, de uma forma que só acontece quando leio livros com uma escrita muito entrelaçada. E se não tivesse assistido ao filme anteriormente, possivelmente teria sofrido muito mais de tensão e medo, apesar de ter sofrido bastante durante a leitura. Também me comovi em muitos momentos, por causa da família Potter e de como Harry sente a falta dos pais com quem pouco conviveu. Achei uma sacada muito boa seu parceiro de aventuras ser de uma família numerosa, enquanto ele é solitário, pois os sentimentos deles se contrapõem e se equilibram. Assim como gostei de existir uma nerd, um medroso, um malvado, um protetor, um não-sei-se-é-vilão e um vilão logo descrito, mostrado e pra ser combatido. Gostei da história ter vários personagens e eu me lembrar do nome de cada um. Significa que eles realmente me cativaram.
Então, meu amigo, só posso dizer que agora, além de tentar entrar em todo armário que encontrar, com toda certeza vou esperar minha carta.

50 pontos para Grifinória!!!


Este livro é parte do Desafio Literário do Skoob, mês de Janeiro: Livros que viraram filme